Hiltor Mombach

Cinco visões do Convergência Colorada

Cinco visões do Convergência Colorada

Cinco visões do Convergência Colorada, movimento de Oposição que concorre à sucessão de Piffero.
1. Sustentabilidade para o Beira Rio: o novo Beira Rio deve ser uma fonte de receitas, e não de despesas para Inter. É necessário e saudável que haja empenho pelo direito de sediar os jogos da Copa do Mundo de 2014, mas em hipótese nenhuma esse empenho pode fragilizar o clube e muito menos sua capacidade de investir no futebol.

2. Estratégia clara de contratações no futebol: o Inter deve aprimorar sua política de contratações de atletas para garantir o equilíbrio técnico do grupo e evitar o desperdício de recursos ou de talentos. Essa política deve se basear em um mapeamento das competências e habilidades técnicas que são necessárias para formar um grande time. Unidas, elas devem traduzir a verdadeira “escola colorada” de futebol.

3. Estrutura de transição para profissionalizar o futebol: o plano de gestão do Convergência Colorada propõe uma estrutura de transição que permitirá, no futuro, profissionalizar de vez o departamento de futebol do Internacional. Essa transição começa com a contratação de um diretor executivo e um coordenador técnico de futebol, que cuidarão da operação do futebol enquanto o vice eleito se concentrará nas decisões estratégicas e nas relações com o mercado.

4. Transparência perante o torcedor: o torcedor colorado deve ter o direito de acessar informações gerais do dia-a-dia do clube, tais como a situação das obras do Beira Rio, o resultado financeiro de cada área e até mesmo o número de presenças e ausências dos conselheiros nas reuniões do Conselho Deliberativo. Para isso, o Convergência propõe a criação de um “Portal da Transparência” para o Inter.

5. Profissionalização com critérios claros: o Convergência Colorada entende que profissionalizar a gestão é muito mais do que remunerar pessoas. Trata-se de um processo amplo de reestruturação e reorganização interna. O ponto de partida desse processo é alinhar o Inter às melhores práticas de governança corporativa definidas pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC).