Hiltor Mombach

Coitadismo, ainda

Coitadismo, ainda

Com o título “coitadismo, não” escrevi, domingo, uma coluna onde registrei, com dados exclusivos, a forma como o Grêmio vem equilibrando sua situação financeira que surgia caótica ao final da tsunami ISL. É um acontecimento a ser festejado que o clube tenha disponibilizado uma verba de R$ 3 milhões mensais para o futebol. Fiz um elogio público às últimas administrações e registrei, para espanto de muitos, que Duda Kroeff poderá encerrar sua gestão tendo debelado o incêndio que consumia cerca de R$ 20 milhões anuais só com o serviço da dívida.
Registrei que, na gestão Obino, a folha de pagamento chegou aos R$ 400 mil mensais. É este equívoco que estou reparando agora apresentando um gráfico com a evolução do custo de atletas e comissão técnica. Na verdade a folha bateu em exatos R$ 486.761,14 (salários e contratos de imagem) num custo total de R$ 666.897,76, incluindo encargos. O tempo de Obino foi um tempo de coitadismo. Com Duda, coitadismo, não. A linha rosa indica a folha de jogadores e a preta, a da comissão técnica.