Hiltor Mombach

Com gastos acima de R$ 1 bilhão, atual gestão só deu um Gauchão ao Inter

Sem contar 2025, já temos um gasto de mais de R$ 1 bilhão em quatro anos e oito meses. E um título regional.

Sem contar 2025, já temos um gasto de mais de R$ 1 bilhão em quatro anos e oito meses
Sem contar 2025, já temos um gasto de mais de R$ 1 bilhão em quatro anos e oito meses Foto : Fabiano do Amaral

Breves considerações sobre a gestão Alessandro Barcellos, que está no segundo mandato.
O custo de todo o futebol do Inter em 2021 foi de R$ 181,3 milhões.
Em 2022 passou para R$ 192,6 milhões.
Em 2023 para R$ 287,5 milhões.


O custo futebol é composto pelo salário de atletas, comissão técnica, colaboradores, direito de imagem e encargos.
Projetando, o clube gastou R$ 660 milhões com o futebol nos três primeiros anos de mandato.
Sem conquistar título.


Nem o regional veio.
Fora quatro treinadores: Ramirez, Medina, Aguirre e Mano.
E 40 contratados.
Entre as heranças do primeiro mandato, uma semifinal de Libertadores que era para ser gloriosa e terminou em tragédia.


E um show de horrores: eliminações diante do Vitória, Globo-RN, América-MG, Olimpia, Melgar, Caxias...
Somados os dois mandatos são sete treinadores: Abel Braga, Miguel Ángel Ramírez, Diego Aguirre, Alexander Medina, Mano Menezes, Eduardo Coudet e Roger.
Isto em quatro anos e oito meses.


O segundo mandato começou no ano passado.
Em 2024, o Inter apresentou um déficit de R$ 34,4 milhões e um aumento dos gastos com futebol.
A despesas subiram de R$ 287,5 milhões para R$ 404,4.
Sem contar 2025, já temos um gasto de mais de R$ 1 bilhão em quatro anos e oito meses.


E um título regional.
Nos três primeiros meses de 2025 já gastou R$ 59 milhões.
Média de R$ 19,6 milhões.
Time está em 13º no Brasileiro.
Caiu para o Fluminense nas oitavas da Copa do Brasil.
Ganhou o Gauchão.
Vai encarar o Flamengo nas oitavas de final da Libertadores.

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