Hiltor Mombach

Com grupo curtíssimo, Inter pode ter outro ano de sofrimento

Pezzolano minimiza ao dizer que o grupo é curto. É curtíssimo. Sem reforços, o ano será de sofrimento.

Inter estreou no Brasileirão com derrota em casa para o Athletico-PR
Inter estreou no Brasileirão com derrota em casa para o Athletico-PR Foto : FABIANO DO AMARAL

O treinador do Inter, Paulo Pezzolano, começou o jogo de estreia no Brasileiro diante do Athletico sem Mercado, Paulinho e Carbonero.
Perdeu por 1 a 0.


Com a saída de Vitão, Mercado é o melhor zagueiro disponível; Paulinho está o melhor volante e Carbonero é o melhor atacante.
Mercado e Paulinho foram bem nos 4 a 2 do Gre-Nal pelo regional e Carbonero a sensação do clássico.
Justificativa: o desgaste.
Carbonero e Paulinho entraram na segunda etapa.


Não recuperaram fôlego nos tempo em que ficaram no banco e tiveram a missão de reverter um resultado negativo.
Ficou pior a emenda do que o soneto.
Com Carbonero desde o início da segunda fase o Inter teve dois gols anulados e empilhou chances. Paulinho entrou aos 20min e melhorou um setor que era uma peneira.


Pezzolano errou nas opções.
Minha intuição diz que o treinador optou por poupar Mercado, Paulinho e Carbonero pensando não no jogo de sábado diante do Caxias, ainda pela fase de classificação às quartas de final do Gauchão, mas contra o Flamengo, quarta-feira, no Maracanã pela segunda rodada do Brasileiro.


Se minha intuição estiver certa o Inter fez pouco caso do Athletico. Os três pontos têm o mesmo peso da primeira ou na última rodada.
Este era o confronto para ganhar e não diante do Flamengo.
Pezzolano minimiza ao dizer que o grupo é curto.
É curtíssimo.
Sem reforços, o ano será de sofrimento.

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