Roger arrancou espetacularmente, levando o Grêmio ao terceiro lugar do Brasileiro de 2015. Mas foi também em 2015 que o torcedor sofreu uma grande frustração. Com 45.751 torcedor na Arena, o time empatou em 1 a 1 contra o Fluminense, caindo da Copa do Brasil.
Veio 2016 e as esperanças se renovaram. O Grêmio mandava no Gauchão, liderando a fase inicial com 74,4% de aproveitamento. Um erro de estratégia eliminou o time na semifinal. Com reservas, levou 2 a 0 do Juventude em Caxias. Diante de quase 20 mil pessoas, fez 3 a 1 no Juventude na Arena. Caiu pelo saldo qualificado.
Porém, o objetivo maior era o tri da Libertadores. A Arena recebeu 34.621 torcedores para ver o Grêmio jogar contra o Rosario Central da Argentina no primeiro jogo das oitavas de final. Decepção. Levou 1 a 0. Na partida de volta seria eliminado perdendo por 3 a 0.
Nenhum jogo, porém, arrastou mais gente do que o Gre-Nal valendo pelo Gauchão e pela Primeira Liga. O presidente Romildo Bolzan havia sido um dos maiores batalhadores pela criação da Liga. Presentes na Arena 48.204 torcedores, um recorde. Antes da partida, festa e provocação ao rival.
O clássico ficou no empate sem gol, garantindo a classificação do Internacional às semifinais como líder do Grupo B com cinco pontos. O Grêmio, com os mesmos cinco pontos mas com saldo de gol pior, ainda poderia avançar como o melhor segundo colocado. Não avançou.
Veio o Brasileiro de 2016. Com uma arrancada espetacular, o Grêmio deu sinais de que finalmente viria o tão sonhado título, quebrando um jejum que parece eterno. Até a negociação de Giuliano, o Grêmio estava no G-4, tendo terminado uma rodada como líder. Começou a queda. Hoje, o time está em 6º, 10 pontos atrás do Palmeiras, contra quem joga neste domingo. Até as chances de Libertadores ficaram complicadas.
Mas o Brasileiro segue em aberto e há ainda a Copa do Brasil. O futebol não pode parar. E, com ele, as esperanças são renovadas a cada rodada.
