Caro Hiltor ,
tenho acompanhado tuas colunas sobre as coisas do CD do Inter .
A importância de um CD atuante tem sido o grande diferencial do Clube nos últimos 22 anos pelo menos .
Como conselheiro já de algum tempo me preocupa a forma como o Clube está tratando o aproveitamento e ocupação de suas áreas .
Em 2010 tive a oportunidade de presidir a comissão do CD que através de um relatório ( que não veio a público pois foi desprezado pela mesa do CD e gestão de então ) aonde várias observações e caminhos que deveriam ser seguidos para que fizemos a reforma pré Copa 2014 acontecesse de forma clara ,transparente ,democrática e acima de tudo fosse um bom negócio para o Inter .
Em 2011 a gestão de Luigi entendeu que o melhor caminho era sim buscar um parceiro como a comissão tinha sugerido e depois de muita discussão o Clube ,através de seu conselho , alterou o modelo de negócio e hoje temos estádio pronto e "zero " endividamente patrimonial .
Entendo que através do modelo de sucesso encontrado pelo Clube não devemos nos afastar do que deu certo e assim devemos proceder quanto a área do novo CT em Guaíba ,discussão sobre como melhor aproveitar o Gigantinho,Parque Gigante e Centro de Eventos assim como ocupação de forma rentável para Clube das áreas do entorno .
O conselho tem comissões (de obras ,novos negócios ) que não foram sequer consultadas pela atual gestão que publica editais e discute o nosso futuro patrimonial sem ouvir seu CD e sem seguir o modelo de sucesso que foi aprendido pleo Clube que buscou parceiros com expert de negócios e profissionais de conhecimento para viabilizar nossa reforma .
Defendo portanto um modelo de negócio já para que depois o Clube vá ao mercado em busca de parceiros não que o mercado e eventuais parceiros tragam negócios prontos para o Clube avaliar .
Saudações Coloradas .
JOÃO PATRÍCIO CENTENO HERRMANN/
Conselheiro do Clube