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Trato neste sábado do Gauchão. São várias postagens.
Meus domingos em Garibaldi eram de matinê no cine Rex Populi, mesmo prédio onde eu trabalhava como locutor da rádio local, e de vibrar com as narrações do Gauchão pela Rádio Guaíba. As ondas iam e vinham no radinho Mitsubishi. Volta e meia havia um Guarani x Juventude pelo citadino e lá ia eu ao estádio Alcides Santa Rosa torcer pelo meu Guarani. O Gauchão era o suprassumo. Jamais imaginei que um dia veria o campeonato que embalou minha meninice com jornadas esportivas que surgiam épicas nas vozes de brilhantes narradores em seu estertor. Ouço eminente dirigente de futebol: “O Gauchão morreu”. E dá os motivos. Que seja uma morte de Fênix. Há de se fazer algo.