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Pelo contrato elaborado na gestão Odone o Grêmio pagaria R$ 41,8 milhões em 2013 pela cessão onerosa da utilização dos seus assentos, pela migração dos sócios. Fosse renovado anualmente, isto daria R$ 836 milhões em 20 anos. Koff primeiro reduziu este valor para R$ 15 milhões em 2014 a R$ 18 milhões até o final da parceria. Pela compra da Arena o Grêmio pagará para a OAS os R$ 18 milhões da migração mais R$ 6 milhões. São R$ 24 milhões por seis anos (há quem diga que são sete anos). Se forem seis anos, pagará R$ 144 milhões. Depois deste período, pagará R$ 18 milhões até o final da parceria. Mais cerca de R$ 216 milhões. São R$ 360 milhões. Este é o grosso do negócio. Há pequenos ajustes. A OAS pagará as prestações ao BNDES. Assumindo todas as garantias bancárias. Com isto a ARENA É DO GRÊMIO. Por isto Koff disse que o Grêmio passaria a ser um dos clubes com maior patrimônio da América do Sul. Especula-se que vá lançar contabilmente a Arena com o valor de R$ 700 milhões. Com a gestão na mão, o Grêmio pretende aumentar o faturamento com os sócios. Projeta uma arrecadação de R$ 10 milhões/mês em 2015. Koff disse que trocaria qualquer vitória pelo sonho de ver a Arena do Grêmio.
Do site do Grêmio.
KOFF ANUNCIA ACORDO COM OAS PARA A COMPRA DA
GESTÃO DA ARENA
Concretização do negócio passa pela aprovação do Conselho