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Tinga era um jogador faceiro no começo da carreira, no Grêmio, quando fazia uma espécie de ponteiro direito. Foi para o Japão de onde voltou volante para o Botafogo. No Inter, fez segunda e terceira funções. De quase ponteiro virou um extraordinário marcador. Poucos faziam o vaivém como ele. Jogador precioso pelo comprometimento com o time. De entrega contagiante. Anderson era um jogador faceiro no começo da carreira, no Grêmio. Tratava-se de um meia-atacante. As circunstâncias o tornaram volante no Manchester United. Não foi, não é e nunca será marcador. Não guarda posição. De habilidade incomum, será útil na terceira função. E quando decidir se comprometer mais com a equipe. Wellington surge como provável substituto do volante Aránguiz, que deve ser negociado. Anderson, a contratação mais equivocada da atual gestão, terá que se esforçar muito, ter comprometimento com o clube que lhe paga os polpudos salários, para fazer a terceira função.