O Uruguai é um dos países mais tradicionais e fortes do futebol sul-americano. Um dos mais admirados também.
Em quantidade de títulos da Libertadores os uruguaios só perdem para Argentina e Brasil.
Mas o último caneco de los hermanos foi conquistado no longínquo anos de 1988. Nesta temporada a seca completa 31 anos.
É justamente contra o último campeão uruguaio, o Nacional, que o Inter joga nesta noite a primeira partida pelas oitavas de final.
O Nacional não traz boas recordações para os colorados.
Rotulado de “esquadrão imortal” o time uruguaio levantou a taça da Libertadores de 1980 diante do Inter. Depois do 0 a 0 no Beira-Rio, o Nacional fez 1 a 0 no templo do Centenário. O Inter de Ênio Andrade tinha, entre outros jogadores, Batista, Falcão e Jair.
Não se trata de uma revanche, longe disto. Isto acontecerá quando de uma improvável nova final entre as duas equipes.
Porém sempre fica um gostinho especial quando da eliminação de um algoz.
O empate estará de bom tamanho.
Mais pelo retrospecto do Inter jogando como visitante do que pelo Nacional em si.
O Inter é o segundo pior visitante do Brasileiro. Só perde para o Avaí.
Tem 6,7% de aproveitamento, resultado de um empate e quatro derrotas. Nenhuma vitória. Caiu diante da Chapecoense, Palmeiras, Vasco e Furacão. Arrumou um empate diante do Santos.
Na Copa do Brasil ganhou do Paysandu e perdeu para o Palmeiras.
É justamente na Libertadores que a estatística melhora muito.
São duas vitórias (Palestino e Alianza Lima) e um empate (River Plate).
Lembrando que o representante está invicto nesta competição.
A imprensa uruguaia lembra da importância do Nacional ir bem no primeiro jogo e destaca que no Beira-Rio o Inter é poderoso.
Contra a tradição uruguaia
O Nacional não traz boas recordações para os colorados
