Por Rafael Perruzzo / de Abu Dabi
Os jornalistas que cobriram a final da Copa do Brasil, ano passado, em Belo Horizonte, e a decisão da Libertadores deste ano, na Argentina, estão notando algo diferente na concentração do Grêmio. Ao contrário do que ocorreu nas duas ocasiões, os jogadores, dessa vez, estão tendo uma maior liberdade.
O regime de concentração parece não ser tão rígido.
Os atletas seguidamente podem ser vistos no saguão, recebem amigos, circulam e atendem os torcedores. Isso não se via em Belo Horizonte e nem em Buenos Aires.
O regime de concentração parece não ser tão rígido.
Os atletas seguidamente podem ser vistos no saguão, recebem amigos, circulam e atendem os torcedores. Isso não se via em Belo Horizonte e nem em Buenos Aires.
Quem está hospedado no hotel do Grêmio levou um grande susto hoje pela manhã, inclusive a equipe do CP e da Rádio Guaíba.
Por volta das 9h30min, o alarme de incêndio do hotel soou alto. Nos quartos, uma mensagem de voz alertava os hóspedes, causando apreensão.
Mas não passou de um susto, algum hóspede acendeu um cigarro em um dos quartos e fez o sistema disparar.
A correria foi grande.
Por volta das 9h30min, o alarme de incêndio do hotel soou alto. Nos quartos, uma mensagem de voz alertava os hóspedes, causando apreensão.
Mas não passou de um susto, algum hóspede acendeu um cigarro em um dos quartos e fez o sistema disparar.
A correria foi grande.
Aqui em Al Ain as opções de gastronomia não são muito fartas.
Os bons restaurante cobram caro por uma refeição.
A moeda por aqui é o Diham, que convertida para a moeda brasileira vale praticamente a mesma coisa.
Ou seja, R$ 1,00 está muito próximo de 1 diham.
Os restaurantes mais sofisticados cobram cerca de 150 dihams por uma refeição.
Já uma pizza, que não é a especialidade dos árabes, mas costuma ser bastante saborosa, sai por 45 dihams, em média.
Os bons restaurante cobram caro por uma refeição.
A moeda por aqui é o Diham, que convertida para a moeda brasileira vale praticamente a mesma coisa.
Ou seja, R$ 1,00 está muito próximo de 1 diham.
Os restaurantes mais sofisticados cobram cerca de 150 dihams por uma refeição.
Já uma pizza, que não é a especialidade dos árabes, mas costuma ser bastante saborosa, sai por 45 dihams, em média.
Os Emirados Árabes têm algumas características bem marcantes em relação à população.
Os árabes, geralmente, são bem fechados e pouco receptivos.
E a maioria da mão de obra em hotéis, restaurantes e serviços básicos é feita por estrangeiras. No hotel onde estamos hospedados, o recepcionista, por exemplo, é de Uganda.
A segurança também é levada muito a sério.
Para ingressar no hotel, é preciso passar por um detector de metais, independente do número de vezes que você deixa o local.
Os árabes, geralmente, são bem fechados e pouco receptivos.
E a maioria da mão de obra em hotéis, restaurantes e serviços básicos é feita por estrangeiras. No hotel onde estamos hospedados, o recepcionista, por exemplo, é de Uganda.
A segurança também é levada muito a sério.
Para ingressar no hotel, é preciso passar por um detector de metais, independente do número de vezes que você deixa o local.
