Dou uma folga nos assuntos de Copa do Mundo para abrir com fatos domésticos, da aldeia.
Douglas está de volta e jogou pelos Aspirantes nos 3 a 0 sobre a Chapecoense.
Ficou de molho um ano e quatro meses.
Ausente por lesão e depois por uma suspensão, D’Alessandro segue treinando na espera pela volta do Brasileiro.
Os treinadores Renato e Odair Hellmann não estão diante de um “problema bom” ou de um “bom problema” porque se é problema é problema, se é que me faço entender.
Estão diante de uma alternativa, e isto é muito diferente.
Nenhum clube pode prescindir de meias das antigas como Douglas e D’Alessandro em forma.
Sejam veteranos ou não.
Tanto podem começar a partida como ficar no banco como opção para uma mudança tática.
O rival apertou o torniquete, encaixotou, não há jogada de desafogo?
Os refinados Douglas e D’Alessandro para reter a bola na frente. A armação não está funcionando?
Chama D’Alessandro e Douglas que resolvem.
A bola, que gosta de ser tratada com carinho, agradece.
