Os chineses continuam querendo levar D’Alessandro. Ou já levaram, pois há quem afirme que o jogador está de malas prontas. Em outubro do ano passado o repórter Fabrício Falkowski registrou a primeira investida. Três meses depois, acontece a segunda: 5 milhões de euros, que o Inter terá que dividir com o empresário Delcir Sonda, e salários em torno de R$ 500 mil dólares mensais para o meio-campista. Um negócio da China para o jogador: seis milhões de dólares por temporada.
Luigi resistiu até aqui mas poderá ser dobrado na terceira tentativa, que pode acontecer nesta semana. Há o temor de perder o meio-campista inclusive para os primeiros jogos da Libertadores.
