Recebo e-mail de Douglas Ricalde.
Reproduzo trecho:
“Em um sábado à tarde, 29 de outubro de 2016, no Beira-Rio quase lotado, sem o capitão, o Inter empatou por 1 a 1 com o Santa Cruz e foi virtualmente rebaixado para a série B. Onze meses depois, em um sábado à tarde, 30 de setembro de 2017, no Beira-Rio quase lotado, com o capitão, o Inter venceu o Santa Cruz por 2 a 0 – dois gols dele – e virtualmente garantiu retorno à série A.”
Cometendo uma verdade exagerada diria que não há vida no Inter sem D’Alessandro.
O time para 2018 começa com ele.
Jogar um ano no seu país de origem, a Argentina, foi quase um exílio para D’Alessandro.
Sua casa era e é o Beira-Rio.
Não saiu forçado, mas desgostoso.
Contou os dias para retornar ao Beira-Rio e mais: isto só aconteceu porque Marcelo Medeiros ganhou a eleição.
O empréstimo de D’Alessandro para o River escancarou a miopia do futebol colorado, que trilharia durante a temporada o caminho de um amadorismo inconcebível para a grandeza do clube.
Conhecendo Medeiros, sei que desta vez D’Alessandro só não ficará em 2018 se insistir para ir embora.
Sabendo da afinidade que há entre o presidente e o capitão, arriscaria cravar que ele fica.
Para a felicidade dos que gostam de futebol bem jogado.
