Por absoluta incompetência foi rebaixado numa via via-crúcis que percorreu sete meses de 2016 onde conseguiu a façanha de perder 17 dos 38 jogos levando 41 gols e marcando 35, saldo de menos seis.
Sete dias depois de comemorar o hexa gaúcho num 3 a 0 sobre o Juventude, o Inter estreou no Brasileiro com um empate sem gol contra a Chapecoense no Beira-Rio.
Se no ano passado o time começou o Brasileiro com um treinador campeão regional, Argel, ainda em lua de mel com o torcedor, agora é diferente.
Zago levou o Inter até a final do Gauchão mas deixou escapar o hepta contra o modestíssimo Novo Hamburgo, no confronto do mil contra o milhão. Começa o Brasileiro da Série B com a batata asssando em forno nem tão brando assim. Até os quero-queros de São Pedro da Serra, terra dos Lermen, sabem que o time não pode tropeçar diante do Londrina. O empate será ruim e a derrota poderá colocar os repórteres de plantão no final de semana.
Quem conhece a aldeia sabe que um tropeço levantará especulações de mudança, embora este colunista ache, muito por intuição e um pouco por achômetro, que nada acontecerá até quarta-feira, quando o Inter vai encarar o Palmeiras pelas oitavas de final da Copa do Brasil.
Zago é bom treinador, com ele o Inter chegou a realizar boas partidas, mas escalou mal o Inter para jogar contra o Noia em Caxias do Sul (Ernando foi um desastre como lateral) e nem sempre muda bem. Ao seu favor tem o fato de que alguns reforços chegaram recentemente.
