Hiltor Mombach

De Falcão para Carpegiani, 40 anos depois

Inter reserva em seu site um espaço para lembrar seus ídolos eternos.
Ali está Paulo César Carpegiani.
Com Carpegiani o Inter descobriu o Brasil na década de 70.
Era um craque atuando num time mágico.
Fernando Carvalho disse não ser proibido apelar para os amigos nesta reta final de Brasileiro.
O Inter vai precisar.
Lembrou também de Rafael Moura, hoje no Figueirense.
O Figueirense vai encarar o Sport na Ilha do Retiro na última rodada, domingo, às 17h.
Lisca citou que Carpegiani foi formado no Beira-Rio (ficou de 1970 a 1976, de onde saiu bicampeão do Brasileiro) e do profissionalismo do hoje treinador do Coritiba.
Nesta segunda-feira tem Coritiba x Vitória, às 20h, no Couto Pereira. Se em 1976 Carpegiani ajudou o Inter a ganhar o seu segundo Brasileiro, agora, 40 anos depois, o time por ele comandado poderá ajudar o Inter a se manter no Brasileiro da Série A.
Carpegiani é o segundo nome no espaço reservado aos “ídolos eternos” do Colorado. O primeiro citado é Falcão.
O destino cruza as vidas de Falcão e Carpegiani com o Inter 40 anos depois.
Nesta tabelinha imaginária, quatro décadas depois Falcão entrega para Carpegiaini uma bola quadrada.