O futebol é repleto de clichês. Por não seguir receita de bolo, volta e meia os clichês desandam.
A importância da repetição de um mesmo esquema e de um mesmo time é relativa.
Tite mudou o comportamento da Seleção no primeiro jogo, sem tempo para treinar.
A verdade é que o futebol não tem verdades absolutas.
Dá dribles estonteantes em consagradíssimos chavões.
O Grêmio da Série A que entrou para enfrentar o Noia no domingo pelo segundo jogo da semifinal estava afinado, entrosado e com quase todos os jogadores atuando juntos há mais de ano.
Tirando o goleiro, o Noia, da última série do Brasileiro, a D, entrou com metade da equipe renovada agora: Léo, Pablo, Branquinho, João Paulo e Assis. Que pareciam jogar juntos há décadas.
A frase querer é poder não cabe em muitas circunstâncias, mas pontualmente serve para a partida no estádio do Vale.
O time do mil quis muito mais do que o do milhão.
O Grêmio pagou prêmio de R$ 200 mil por um empate num Gre-Nal, mostrando que o dinheiro pode ser fácil e que brota na Arena. O Noia distribuiu pouco mais de R$ 100 mil por uma vaga na final provando que grana não dá em árvore.
