"Dicionário gremista", retruque
Prezado Hiltor.
Conheço o professor Paulo Seben, autor do "Dicionário gremista". Ele é um fanático exacerbado da mesma estirpe do Eduardo Bueno, o Peninha.
Como bom professor de literatura que é, esta é mais uma obra de ficção do Seben, que está tentando reescrever a história, distorcendo-a, e esconder o preconceito e a discriminação que nortearam os princípios fundadores do GFBPA.
Ainda não li o tal "dicionário", mas eu gostaria muito de saber o que está escrito, se é que há registro, nos verbetes , "rebaixamento", "segunda divisão", "virada de mesa", "queima de banheiros químicos", por exemplo.
O verbete "racismo" encerra com a seguinte frase: "Nunca mais o Grêmio foi racista [...".
Em que mundo será que o professor Seben vive? Será que ele não frequenta o estádio Olímpico? Será que é surdo?
Em praticamente TODOS os jogos do GFBPA no estádio Olímpico ouvem-se manifestações racistas,
Sugiro a leitura de um outro livro, cujo autor também é gremista, sobre os temas racismo e rivalidade:
DAMO, Arlei Sander. Futebol e identidade social: uma leitura antropológica das rivalidades entre torcedores e clubes. Porto Alegre: Editora da Ufrgs, 2002, 159.
AUTORIZO A PUBLICAÇÃO.
Douglas Ricalde
Hiltor: o texto sofreu cortes.
