Hiltor Mombach

Diretor da CBF compara caso Victor Ramos ao de Vitinho

Após defender o Palmeiras em 2015, Victor Ramos foi transferido para o Vitória com seus direitos ligados a Monterrey, do México.
Registrado no TMS ((Transfer Matching System) da Fifa como jogador do Palmeiras e com contrato ativo com o clube paulista o atleta foi para o clube baiano efetuando uma transferência em nível nacional.
No entendimento de Bahia e Internacional a transação teria sido feita sem seguir os tramites recomendados pela entidade nas negociações internacionais e, portanto, o atleta não teria condição de jogo pela falha no registro na fase de transferência.
O diretor de registro e transferência da CBF, Reinaldo Buzzoni, disse que não há irregularidade no registro de Victor Ramos.
Buzzoni diz que o ITC (o certificado internacional de transferência) pode estar no Brasil pois o jogador defendia o Palmeiras.
Buzzoni: "O vínculo dele (Victor Ramos) estava no Brasil.
Não estava lá fora.
O ITC estava no Brasil e não no México.
Se o ITC continua no Brasil o jogador continua em condições de jogar no Brasil.
Não há irregularidade.
O Monterrey não pediu o ITC, a volta do jogador".
O Inter criou uma situação".
Segundo ele o jogador não precisaria retornar ao México para ser emprestado a outro clube.
Buzzoni comparou o caso de Victor Ramos ao de Vitinho, do Inter.
O CSKA estendeu o empreéstimo do atacante ao Inter sem que ele voltasse para o seu clube de origem.

Documento Inter Victor Ramos (Foto: Reprodução)