O Grêmio usou o time titular na Arena contra quatro times do seu tamanho em 2019.
Empatou sem gol no tempo regulamentar contra o Inter pelo Gauchão; perdeu para o Libertad (1 a 0) e ganhou do Rosario (3 a 1) pela Libertadores e ontem, na estreia do Brasileiro, foi derrotado pelo Santos por 2 a 1.
No pacote destes quatro compromissos valendo por três competições marcou quatro gols e sofreu três.
Somou quatro pontos em 12, o que dá um aproveitamento de 33,3%.
Máquina mortífera contra pequenos e médios no regional (aplicou cinco goleadas na Arena, anotou 22 gols sem sofrer), o Grêmio está encontrando dificuldades diante de adversários de calibre.
Uma coisa é o massacre estatístico diante do Santos (64% de posse de bola contra 36%; 25 finalizações contra 8; 11 finalizações no gol contra cinco; seis chutes travados contra nenhum e 12 escanteios contra dois) e a blitz do segundo tempo, outra o placar, 1 x 2. Finalização não ganha jogo. Bola na rede ganha jogo.
Até aqui, temos dois Grêmios: um que massacra pequenos e médios e outro que sofre contra os rivais mais qualificados.
Dois Grêmios: um massacra, o outro sofre
Temos dois Grêmios: um que massacra pequenos e médios e outro que sofre contra os rivais mais qualificados
