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O futebol brasileiro comemora cinco títulos mundiais; o equatoriano, duas classificações para a Copa. Dias atrás li um artigo num jornal de Guayaquil. O autor festejava, com exagerado ufanismo, o fato de um jogador nascido no Equador, Antonio Valencia, estar no Manchester United. Isto garantia status internacional ao país. Nosso futebol exporta às pencas.Barcelona e Grêmio, que se enfrentam hoje pela Sul-Americana, estão em dois extremos. O noticiário de Guayaquil escancara isto. O Barcelona de Messi não imporia ao Grêmio o respeito que o Grêmio impõe ao Barcelona equatoriano. Mas, e há sempre um mas em tudo, não há jogo jogado. Ainda mais fora de casa.