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Dunga não deveria ter sido demitido. Não ontem, depois do vexame contra o Vasco da Gama. Seu afastamento deveria ter ocorrido antes, nos 2 a 0 contra o Bahia. Foi ali, neste jogo, que ficou escancarado que havia problema. E sério. O Inter se arrastou em campo. É impossível que Luigi, Medeiros e Souto de Moura não tenham percebido. Se não perceberam, deveriam pegar o boné, pois não entendem do riscado; se perceberam e nada fizeram, foram coniventes com a situação.
Dunga deu um tiro no pé quando elegeu D’Alessandro como única bengala. Num time com Forlán, Índio, Kleber, Juan, Damião e outros cobras criadas, eleger uma panelinha de um só não pode dar certo. Sou a favor das panelinhas, mas espraiadas. Que o próximo treinador monte um panelão sem privilégios e que cobre igualmente de todos. E que, se achar a zaga com Juan e Índio muito veterana, busque um menino da base para compor. E, por último, que o interino Clemer faça o feijão com arroz.