Fizemos no domingo o último programa ao vivo via Facebook do Correio do Povo.
Participei ao lado dos companheiros Carlos Corrêa e Rafael Peruzzo.
Uma das questões levantadas era se a Copa havia deixado uma grande novidade.
Não vimos nada que chamasse muito a atenção.
Alguém lembrou, com razão, que a Copa da Rússia não se caracterizou pela posse de bola, tema tão badalado nos últimos anos.
Com média de quase 70% de domínio da posse de bola a Espanha foi eliminada nas oitavas de final, pela Rússia.
Especificamente no confronto contra os russos, os espanhóis tiveram 75% de posse de bola contra 25%. Com média de 55,6% o Brasil desabou nas quartas diante da Bélgica. Especificamente contra os belgas a Seleção Canarinho teve 57% de posse, contra 43%. Com média de 47,8% a França levou o caneco.
Na final, os franceses tiveram 39% de posse de bola contra 61% dos bravos croatas.
Ganhou importância a bola parada. No total, dos 169 gols marcados, 70 foram marcados em jogadas de bola parada (41,4%).
Não tivemos inovação no quesito esquema tático.
