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A agência de classificação de risco Standard & Poor’s rebaixar o rating da OAS. “Isso também reflete o risco de não pagamento de outras dívidas, incluindo dívidas bancárias e a nona emissão de debêntures”, afirmou no comunicado. E se a OAS quebrar, como fica o Grêmio, parceiro na Arena? De um especialista: “Há previsão de rescisão no contrato com o Grêmio, não de quebra. O BNDES irá executar as garantias dadas pela OAS para recuperar o dinheiro do financiamento. Se nestas garantias estiverem recebíveis da Arena (bilheteria, por exemplo) isto também será executado. Em hipótese de quebra, o Olímpico não entra como garantia. É um negócio entre Grêmio e construtora.” Segundo este especialista, que conhece bem o contrato celebrado entre OAS e Grêmio, o Olímpico ainda pertence ao Grêmio porque não houve troca de chaves. Só não é da OAS porque Fábio Koff fincou pé, não entregando o Velho Casarão antes de receber a escritura da Arena. Entramos no campo das conjecturas. Talvez seja interessante para o banco negociar o financiamento com o Grêmio, aceitando recebíves e o estádio como garantia, prorrogando o prazo de pagamento para 20 anos, do que correr o risco de entrar numa disputa judicial com a OAS.