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Fábio Koff e o contrato entre o Grêmio e a OAS. "O contrato é perverso, oneroso ao Grêmio. Estamos tentando resolver as pendências. O primeiro passo foi dado. Mas este tipo de ligação é algo que necessita nova negociação. Serão feitas outras ao longo dos próximos 20 anos, mais duas ou três no futuro, no mínimo. O Grêmio precisa pedir licença para treinar e paga para jogar. O São Paulo estava ameaçado e como se recuperou? Reduzindo o preço dos ingressos. Mas temos que conviver com esta relação, que já foi pior. O Grêmio precisa é criar algum mecanismo de arrecadação no estádio. Eu fui um dos primeiros a dizer no Conselho Deliberativo que precisávamos construir um estádio que desse lucro ao Grêmio. Mas depois, por compromissos com o Clube dos 13, acabei me afastando das reuniões. Dificilmente estava em Porto Alegre. Talvez tenha sido culpa minha."