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Eleição provoca racha Grêmio

Três dirigentes do Grêmio foram desligados de seus cargos nesta segunda-feira

Três dirigentes do Grêmio foram desligados de seus cargos nesta segunda-feira
Três dirigentes do Grêmio foram desligados de seus cargos nesta segunda-feira Foto : Mauro Schaefer / CP Memória

Três dirigentes do Grêmio foram desligados de seus cargos nesta segunda-feira: Diego Martignoni, diretor Geral das categorias de base, Edson Berwanger, diretor adjunto da base, e Márcio Floriano, integrante do Departamento Jurídico.
Todos integram o Movimento Grêmio Independente (MGI).
O MGI deve apoiar o candidato Marcelo Marques para presidente.
O MGI apoiou Guerra na última eleição.
Dois vices eleitos, integrantes do Conselho de Administração, deixaram o MGI: Eduardo Magrisso e Fábio Floriani.
Fábio Floriani entende que o presidente Guerra quer contar com dirigentes alinhados com a gestão e que sua saída do MGI é para não provocar qualquer constrangimento.
Segundo informações internas do Grêmio, a gestão quer foco no clube e não na política.
O afastamento de integrantes do MGI pode indicar que o presidente Guerra indicará um candidato ou buscará a reeleição.
Isto dependerá dos resultados de campo do segundo semestre.
Até aqui, a eleição para a presidência do Grêmio conta com cinco pré-candidatos. Além de Marcelo Marques, pleiteiam o cargo Denis Abrahão, Paulo Caleffi, Gladimir Chiele e Sérgio Canozzi.