Hiltor Mombach

ELEIÇÕES NO GRÊMIO / RETRUQUE DE UM CONSELHEIRO

ELEIÇÕES NO GRÊMIO / RETRUQUE DE UM CONSELHEIRO

Prezado Hiltor,

Respeitosamente, quero divergir de sua opinião de que os resultados de campo por si alteram o resultado de eleições. No Grêmio, especificamente, o associado é maduro e inteligente o suficiente para separar as coisas. Todos, situação e oposição, antes de mais nada somos gremistas e queremos o melhor para o Clube. Desta forma, o associado tem visão mais ampla, leva em conta a seriedade de propósitos, os projetos de cada grupo (ex: Arena), e quem são os signatários de cada movimento antes de votar. O torcedor está cansado de discursos meramente eleitoreiro, que chegam prometer até o Bi-mundial apenas no "vamos lá". Todos sonhamos em chegar lá mas sabemos também que para que isto se realize dependemos de uma série de fatores, muitos deles extra-campo. Gestão moderna, seriedade, transparência, competência, enfim, são fundamentais para que o Grêmio comemore seus 200 anos cheios de glórias. Entendo que a renovação de parte do conselho Deliberativo agora em setembro não será uma eleição marcada apenas pelo futebol, a nominata e a história de serviços prestados terão grande influência no momento da escolha do associado. Entretanto, na eleição para presidente do Clube penso que os fatores já são outros e um mau momento no futebol poderá sim influenciar o eleitor, especialmente pelo peso da passionalidade protagonizado pela paixão do torcedor. Agradeço pelo espaço. Gustavo Schmitz (conselheiro e coordenador do Movimento Grêmio Vencedor, integrante do G6, agora com 7 grupos).