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O primeiro vice-presidente do Internacional, responsável pelas finanças do clube, não aceita o termo moratória para classificar os ajustes que estão sendo feitos pela nova gestão. Pedro Affatato prefere “readequação” ou “reengenharia”. Diz que as dívidas não consolidadas estão sendo negociadas conforme a realidade do mercado. Um empresário foi cobrar R$ 1,1 milhão, o clube considerou o valor irreal e ofereceu R$ 300 mil pedalados. Proposta aceita. Affatato afirma que a atual gestão herdou um passivo de R$ 60 milhões para pagar este ano. De quebra, com toda a verba do Banrisul (cerca de R$ 13 milhões) e parte das cotas de TV adiantadas pela gestão anterior, o clube irá arrecadar menos R$ 40 milhões. Tem muita conta de anos anteriores chegando agora. Affatato: “Já reduzimos as despesas em R$ 1 milhão/mês, R$ 200 mil só nos custos dos jogos realizados em casa. A ordem é reduzir de R$ 2 a R$ 3 milhões/mês”.