Hiltor Mombach

Encruzilhada. Para o Inter e para Aguirre

Um Inter em formação e um treinador não afirmado numa noite decisiva.
É o jogo da encruzilhada contra o Emelec.
Aguirre apostou numa retranca e depende do sucesso do esquema 3-5-2 para não ficar ainda mais “prestigiado”.
Esquema é como nariz, cada um tem o seu.
Sou adepto do convencional  4-2-2-2: dois laterais, dois zagueiros, dois volantes, dois armadores e dois atacantes.
Com um armador fazendo o vaivém.
O Inter poderia usar o veneno do rival, jogar no contra-ataque.
Não está escrito em lugar algum que com três zagueiros, três volantes (um mais liberado, Aránguiz), dois alas, um meia e um atacante esteja abolido o contra-ataque.
O futebol tem lá suas surpresas.