Hiltor Mombach

Estrada deserta. É a greve

Fui a Constantina na segunda-feira para o lançamento do livro "Quando o corpo grita - Síndrome do Pânico".
Segundo os organizadores o Centro Cultural de Constantina recebe 400 pessoas sentadas.
Havia lotação e muita gente de pé.
Na ida, não vi nenhum caminhão.
Nenhum.
Poucos carros.
Em alguns trechos quase sempre congestionados a estrada estava deserta.
Os caminhões que vi eram os levando combustível e escoltados.
Ou parados no acostamento.
Pararam o carro onde eu estava duas vezes.
Para saber se nós aprovamos a greve.
Teve manifestação segunda-feira ao final da tarde na cidade em favor dos caminhoneiros.
Assim como quase em todo o Brasil, Constantina já sofre muito com o abastecimento.