A participação brasileira na Copa de 1990 foi a pior desde 1966, pois a seleção caiu ainda na primeira fase.
O Brasil venceu os três jogos da fase de grupo e caiu diante da Argentina.
Perdeu quando fez seu melhor jogo, acertando três na trave.
Os pedantes que se dizem analistas de futebol e não de resultado até hoje não compreendem a eliminação. Os parnasianos ofereceram em sacrifício o volante Dunga.
Por tabela, imolaram o futebol gaúcho, para eles tosco e defensivo.
As manchetes no centro do país davam conta do “fim da era Dunga”.
Em 94, Parreira cometeu o sacrilégio de chamar outra vez Dunga. E desafiou os parnasianos sacando Raí e colocando Mazinho. Trocou um manequim em campo até então por um volante.
Com Zinho armando, dois atacantes apenas (Romário e Bebeto) e três volantes (Dunga, Mazinho e Mauro Silva) Parreira reabilitou Dunga e, por tabela, um estilo de jogar futebol, o gaúcho.
Os parnasianos não gostaram e meteram pau no tetra. O desfecho é simples: o que resta de uma Copa é o título. Há quem troque a taça por um futebol bonito. Eu não. Eu temo seleções ofensivas como a e Tite. Se sou retranqueiro? Não. Gosto de times equilibrados.
Eu gosto é de taça
Há quem troque a taça por um futebol bonito. Eu não. Eu temo seleções ofensivas como a e Tite.
