Hiltor Mombach

Fábrica de aleijados mentais

Domingo, aquela cantoria (“o Fernandão morreu) de alguns torcedores do Grêmio, verdadeiros aleijados mentais (Nestor Hein definiu bem).
Leio que a filha do astro de Hollywood, Robin Williams, Zelda Williams, deixou sua conta no site de compartilhamento de fotos Instagram incomodada por brincadeiras de mau gosto.
A trágica morte de Eduardo Campos também não escapou destes aleijados mentais.
As redes sociais viraram uma fábrica de “humanos” imunes ao sentimento e à sensibilidade. Não respeitam nem a morte. Há uma verdadeira disputa para saber quem é o maior aleijado mental.
Não é que eu tenha dificuldade em entender estes seres “humanos”: não entendo e não quero entender.
Leio uma postagem que diz parte do que penso:
“A velocidade do mundo destruiu muitas coisas.
Até o luto, aparentemente.”