O Inter jogou hoje. Havia jogado na quarta-feira. Vai jogar sábado. Havia atuado domingo. O colorado desavisado que desembarcasse num Beira-Rio às moscas distinguiria o Inter do Cerâmica pela cor da camiseta. Pelo futebol, poderia pensar que os times haviam trocado de uniforme. Não que o Cerâmica seja lá estas coisas para fazer 2 a 1. O Inter é que está errado no alfabeto: o B, é demasiado para um futebol de última.
O torcedor condescendente diria que há justificativa: nem o torcedor mais fanático sabe quem é quem. O Inter B se confunde com os reservas, há reservas entrando no time titular e ex-titulares entre reservas. A desculpa, no entanto, escancara um problema maior: se não há presente neste B, o futuro está ameaçado. Sem futuro, não há mercadoria para venda. Lembrando que Damião é oriundo do B. Para o torcedor passional o Inter não pode perder para o Cerâmica no Beira-Rio nem com os fraldinhas.
Jogadores que o Inter mandou a campo nos três últimos jogos: Agenor, Muriel, Nei, Claudio Winck, Jackson, Rodrigo Moledo, Bolívar, Romário, Dalton, Índio, Zé Mário, Lima, Kleber, Elton, Bolatti, Sandro Silva, Guiñazu, Guilherme Noé, Marcio, Fred, Bruno Smith, Sasha, Rodrigo Dourado, Thiago, Marcos Aurélio, Fabrício, Gilberto, Delatorre, Augusto, Giovani, Jô, Oscar, João Paulo, D’Alessandro, Dagoberto e Leandro Damião. Ufa!
