Hiltor Mombach

“Faltam nas nossa fileiras Fábio Koff, Hélio Dourado, Adalberto Preis...”

“Como procurador do presidente Koff, tomo a liberdade de, na sua ausência, expor os caminhos que abandonamos por pretensiosos e que alertam para a correção de rumos...

Por REMI ACORDI
“Como procurador do presidente Koff, tomo a liberdade de, na sua ausência, expor os caminhos que abandonamos por pretensiosos e que alertam para a correção de rumos, para alcançarmos a excelência que perdemos por haver abandonado os princípios que formaram o Grêmio Futebol Porto-Alegrense, nada mais, nada menos que a união de todos perante os desafios comuns onde as eventuais deficiências de uns, sempre foram compensadas pela boa vontade e determinação de outros.
O Grêmio não precisa de um planejamento estratégico, apesar de existir e ter sua origem em 2012, tampouco manuais mostrando modelos de governança corporativa ou orçamentos e fluxos de caixa, mostrando erros que têm sua origem na cisão que fizemos nos diversos movimentos, cada um querendo buscar a resposta da pergunta que não foi formulada.
Neste exato momento em que perdemos o colega Zelinho nos damos conta de que faltam nas nossa fileiras Fábio Koff, Hélio Dourado, Adalberto Preis, Cezar Rodrigues, Luiz Carlos Silveira Martins, Luiz Carlos Mabilde, Celso Rodrigues, todos que além de competentes, foram experientes líderes e magníficos gestores. O mundo mudou.
O futebol tem novas regras, mas tudo o que precisamos está escrito como um legado da geração que se despede para as novas lideranças.
Torna-se indispensável fazer a transição recolocando peças nas estruturas deficientes sem abandonar o norte escrito.
E me permitam a sinceridade, fazendo com que a ironia se sobreponha a razão.
Ao invés de não ler e não gostar, deve florescer uma irmandade onde a experiência dos nossos vitoriosos líderes seja recomposta na sua integralidade.
Quero tomar a liberdade nesse momento de colocar as respostas que eu sintetizei na época.
Não faço para demonstrar ou exibir conhecimento e sim com humildade de ser porta voz dos líderes citados que já não estão conosco.
Aponto o profissionalismo como um dos aspectos necessários para essa substituição, cito como exemplo a secretária Ana que recentemente nos deixou e que por longos 30 anos manteve lealdade, confidencialidade e amor a causa com paradigmas da sua atividade. Estamos vivendo."

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