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Os dois últimos jogos da Libertadores devem ter convencido a direção colorada da importância de renovar com Alex. Ele entrou aos 13min finais contra o Universidad do Chile e 3min depois pifou Jorge Henrique, que marcou. Na quarta-feira, contra o Emelec, entrou quase ao final do primeiro tempo na vaga de D’Alessandro, machucado. Aos 14min finais marcou o gol de empate, 2 a 2. O Inter faria 3 a 2 com Réver. Alex é um baita meia e um profissional exemplar. Tem identificação com a torcida colorada. É imprescindível no grupo. Não havia outro jogador no banco capaz de substituir D’Alessandro. Alex fez isto e foi fundamental na dramática virada.