Se, e sei que o se não joga, mas vamos lá, se o Grêmio tivesse feito o mais fácil, vencido a modestíssima Portuguesa no Olímpico (na rodada anterior fez o mais difícil, vergou o São Paulo no Morumbi), subiria para incríveis 81% de aproveitamento pós-Elano. Mesmo com o tropeço, os números são muito bons: 70,3%.
Sempre se disse que o meio de campo do Grêmio não se sustentava e nem alimentava o ataque. Entrou Zé Roberto, mas ele precisava de um parceiro à altura. Veio Elano. Antes de Elano, o Grêmio havia vencido quatro jogos e perdido quatro no Brasileiro, tinha 50% de aproveitamento, com nove gols anotados e oito sofridos.
O Grêmio pós-Elano tem seis vitórias, um empate e duas derrotas, marcou 15 gols e sofreu oito.
Neste momento, a campanha do time surpreende favoravelmente, mesmo com a inesperada derrota de quarta-feira. Ninguém sabe como será daqui para frente. O Brasileiro é um campeonato que exige time e banco. Do meio para frente, pode faltar banco.
