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Foram 10 escanteios contra o Santos sem perigo. Felipão: “Eu não bato. Eu não chuto a bola. Tento mostrar, colocar no posicionamento. Tem que saber que alguns jogadores tem mais qualidade com a bola parada. O Arce, quem levantasse o dedo, ele colocava no dedo. Era a qualidade do Arce, era a do Marcos Assunção. Quando não se tem essa qualidade ou a perfeição, a gente coloca alguns posicionamentos diferentes para ver se consegue atingir o objetivo...” Resumo da ópera: quem tem Pará não pode sonhar com Arce. Já que Felipão lembrou de Arce, vamos ao time que ganhou a Libertadores de 1995, o escalado para começar o segundo jogo da decisão contra o Atlético Nacional: Danrlei; Arce, Rivarola, Adílson e Roger; Dinho, Goiano, Arílson e Carlos Miguel; Paulo Nunes e Jardel. Técnico: Felipão. Quantos armadores o Grêmio tinha na quinta-feira contra o Santos? Nenhum. E não há no grupo atual quem se compare a Arílson e Carlos Miguel. Outros tempos, Felipão! Outros tempos!