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Ronaldo Pereira da Silva entrou com uma ação contra a Federação Gaúcha de Futebol em 2009 postulando o reconhecimento de vínculo de emprego desde 1974. Ele atuava como fiscal de jogos. A Justiça do Trabalho deu ganho de causa, numa sentença sujeita a recurso. Ainda pode haver acordo. Ronaldo Pereira da Silva foi demitido da FGF e já faleceu. Seu advogado, Renato de Oliveira Grune, estima que, por baixo, o valor poderá chegar aos R$ 400 mil. Tatiana Correa da Silva está na mesma ação contra a FGF reclamando vínculo de emprego desde 1992. É filha de Ronaldo. Não são os únicos fiscais que entraram na Justiça contra a entidade que comanda o futebol gaúcho. No caso de Ronaldo, a FGF alegou que “o reclamante trabalhou como contratado em atividades de fiscalização pelo sr. Ubiratan, em atividade terceirizada”. A Justiça declarou “como sendo de vínculo de emprego a relação jurídica” dos dois.