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Extraído de: Jbonline.terra.com.br
Junho 16, 2009
JB Online
JOHANNESBURGO, ÁFRICA DO SUL - Poucas horas depois de receber um protesto formal do Egito, sobre a marcação do pênalti que resultou na vitória do Brasil por 4 a 3, a Fifa emitiu nota oficial encerrando a polêmica. De acordo com a entidade máxima do futebol, o árbitro inglês Howard Webb, de 37 anos, marcou a penalidade com o auxílio do assistente número 1, Mike Mullarkey.
O protesto do Egito foi porque o juiz teria marcado opênalti por instrução do quarto árbitro, que por sua vez, teria visto o replay do lance no vídeo. A federação egípcia enviou um documento reclamando do possível uso da tecnologia para a marcação do pênalti, o que é proibido na regra do futebol.
No lance em questão, Daniel Alves cobrou falta para área e Lúcio finalizou. O zagueiro Muhamadi usou o braço para cortar a bola em cima da linha. Inicialmente, o ártibro marcou escanteio, mas voltou atrás após as reclamações do time brasileiro, assinalando a penalidade e expulsando o jogador egípcio. Na cobrança, o meia Kaká deu a vitória para a Seleção Brasileira.
Confira a íntegra da nota publicada pela Fifa:
A Fifa escreveu nesta tarde um ofício para Federação de Futebol do Egito a respeito da partida de ontem entre Brasil e Egito.
A Fifa recebeu uma carta de reclamação dos egípcios depois do jogo no Estádio Free State, em Bloemfontein. Apesar de não questionar a correção da decisão do árbitro ao marcar um pênalti a favor do Brasil e mostrar um cartão vermelho para o jogador egípcio Ahmed El Mohamadi, a Federação questionou a maneira pela qual o árbitro Howard Webb chegou à sua decisão.
A Fifa analisou a decisão indo atrás de todas as evidências, inclusive a súmula do árbitro, além de um ofício adicional enviado por Howard Webb a pedido da Fifa.
Uma análise mais profunda dos documentos mencionados revelou que a decisão em questão foi tomada em equipe, entre o árbitro e seu assistente número 1, Mike Mullarkey, que confirmou a infração ao árbitro por ter um claro ângulo de visão do lance.