Hiltor Mombach

Foco não é o drone, é o Lanús

Sobre o drone, ainda.
Tudo bem que os gremistas vejam na divulgação do fato uma conspiração contra o clube.
Embora não tenha hora certa para uma notícia ser publicada e quem publicou não precisa pedir autorização para o clube.
Tudo bem que o torcedor do Inter considere o fato invasão de privacidade, um tipo de jogo sujo.
Tudo bem que quem divulgou diga que está correto e está.
Tudo bem que o fato tenha gerado polêmica.
O acontecimento só não pode de forma alguma invadir a concentração do Grêmio.
O foco não é o drone, mas o jogo desta quarta-feira contra o Lanús.
Drone não ganha jogo.
Foco e concentração ganham.
De tudo que li e ouvi fico com a posição de Jair Pereira.
Como técnico ele ganhou a Copa do Brasil de 1990 pelo Flamengo e o Carioca de 1994 pelo Vasco.
"Nunca tinha visto uma espionagem a este ponto, com recurso tecnológico, mas não vejo motivo para o Grêmio fazer.
O time engole os adversários pela tática e pela técnica e, depois de tanto tempo de competição, já devia saber como joga o Lanús.
Em finais assim, não faz muita diferença a presença de um espião para saber como joga o adversário, todo mundo já se conhece."