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No rastros das frases feitas “quem arrisca, não petisca” e “a melhor defesa é o ataque”, Enderson poderia encaminhar o Grêmio para encarar o San Lorenzo, na Argentina, com dois volantes, Edinho e Riveros, mais Zé Roberto e Dudu; Luan e Barcos. Mas “como quem vai com muita sede ao pote, acaba morrendo afogado” e “porque se a melhor defesa é o ataque, mas o melhor ataque não é a defesa”, ele deverá ir com três volantes Edinho, Ramiro, Riveros, quem sabe Dudu, mais Luan e Barcos. Alguém dirá que o primeiro time é muito aberto. No entanto, o segundo não tem conseguido se fechar e, ultimamente, surge como propaganda enganosa: parece seguro defensivamente, mas não é.
Não está fácil a vida de Enderson. Perdeu Rodholfo e Wendel, tendo que escolher entre Bressan (sacado domingo), Geromel e Werley, dois para a zaga, e optar entre Breno ou o improvisado Leo Gago para a lateral. De quebra, Luan está voltando de lesão. Ele e Zé Roberto.
Um time com Zé Roberto e Dudu; Luan e Barcos tem problemas. Não atuou junto e há dois jogadores voltando de lesão: Zé Roberto, que retornou domingo, e Luan. Enderson só tem pepinos e abacaxis para escalar a equipe e, de quebra, a partida é na Argentina. Vida difícil.