Levei livre o time de transição do Grêmio, peguei leve nas críticas.
Fui mais realista do que o rei.
Léo Moura: “Não é normal o Grêmio ficar nesta posição, mesmo que seja uma equipe de transição com reforços que recém chegaram ao clube. A responsabilidade tem que ser a mesma. Eles estão vestindo a camisa do Grêmio.”
Do recém contratado lateral-direito Madson:
“É vergonhoso, um time tricampeão da América não pode perder três seguidas no Gauchão, com todo o respeito aos adversários”.
Gremista de quatro costados, ex-dirigente do clube, o amigo Omar Selaimen lembra que o time de transição contava com Bruno Grassi, Madson, Paulo Miranda, Alisson e Leonardo e que estes jogadores deveriam ter dado sustentação para os garotos.
Expectativa e realidade.
A expectativa era de que o técnico Cesar Bueno montasse um time que fosse em campo um esboço da equipe principal que encerrou 2017, com posse de bola, marcação cerrada, ofensivismo e atitude.
A realidade: atuações abaixo do razoável, nenhuma vitória, três derrotas, 11 gols sofridos em quatro jogos e lanterna por aproveitamento ao lado do Noia.
O time de transição deixou o Grêmio em sérios apuros.
