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Argel está 100% treinador do Inter. Até quarta-feira. Depois de ouvir isto de influente dirigente colorado, fui ouvir outro. Para saber se já se fala em substituição no Beira-Rio e, em caso positivo, o nome. Positivo: Marcelo Oliveira. Argel dependeria do resultado contra o Fluminense. A partida acontece em Brasília no dia 23 pela semifinal da Primeira Liga. Gauchão não consagra treinador, mas pode derrubar. Em 10 jogos, o Inter teve resultados aceitáveis em três: 30%. Contra o Juventude (1 a 0 lá), Grêmio (0 a 0 na Arena) e Cruzeiro (4 a 0). Quase todos foram bem contra o Cruzeiro, lanterna do regional. Empatou fora contra o Zequinha sem gol no tempo normal; ganhou com as calças não mão do Ypiranga (3 a 2) e do Passo Fundo (2 a 1) no Beira-Rio; empatou com o vice-lanterna Aimoré no Cristo Rei (1 a 1); perdeu para o Veranópolis no Beira-Rio (2 a 1); empatou contra o São Paulo no Beira-Rio (1 a 1) e contra o Lajeadense, que está na zona do rebaixamento, ontem, no Alviazul, sem gol. O argumento de que o Argel necessita de um meia e de um atacante para fazer o time andar se esgota numa pergunta: com este grupo, seria possível o Inter jogar mais? Eu pergunto e respondo: seria obrigatório a equipe está jogando muitíssimo mais.