O melhor time do regional eliminou o Grêmio em partida dramática e fará a final contra o Inter. Foram cobrados 18 penalidades.
Lincoln bateu para fora e o goleiro Matheus defendeu os chutes de Pedro Rocha e Kannemann.
Grêmio que poucas vezes na história priorizou tanto o Gauchão. Na quarta-feira escalou reservas contra o Guaraní, no Paraguai, pela Libertadores.
E que pelo segundo ano consecutivo cai nas semifinais.
Em 2016 foi contra o Juventude.
E que não venceu este mesmo Noia na fase de classificação (1 a 1), no primeiro jogo das semi (1 a 1).
Ontem, novo 1 a 1.
Grêmio que, se passasse, pegaria um Inter sem Brenner, Carlinhos e seus dois principais goleiros, Danilo e Lomba.
Que caiu sendo favorito ao título.
Como na temporada passada.
Até os quero-queros de Carlos Barbosa sabem que uma final contra o Grêmio seria mais complicada para o Inter que busca o hepta.
Não ficou mais fácil, apenas ficou menos difícil.
Acho, muito por achômetro e um pouco por intuição, que a direção do Grêmio e seu treinador exageraram na dose, transformando a partida de ontem em final de Copa do Mundo. Os jogadores entraram em campo carregando um sobrepeso.
