Fábio Koff comandou o Grêmio pela última vez no biênio 2013-2014.
Seu conselho de administração tinha Adalberto Preis, Nestor Hein, Odorico Roman, Marcos Herrmann, Renato Moreira e Romildo Bolzan Jr.
Ali começa a despontar o nome de Odorico, uma grande surpresa.
Koff passou o bastão para Romildo Bolzan.
Com o time mal nas pernas, Romildo chamou Preis para ser o vice de futebol.
Romildo queria Zago como treinador.
Preis disse que só assumiria se o técnico fosse Renato.
Veio Renato.
Com a dupla Renato-Preis o Grêmio ganhou a Copa do Brasil de 2016 quebrando um jejum de 15 anos.
Neste tempo Odorico já estava ao lado de Preis.
No ano seguinte, Preis passou o futebol para Odorico.
Com Odorico o Grêmio ganhou o tri da Libertadores.
Odorico segue a filosofia de Koff e Preis: austeridade em primeiro lugar.
Sua gestão certamente será marcada pela austeridade.
Pega um clube melhor do que aquele recebido por Guerra.
Este Grêmio é dono da gestão e de uma bilheteria que deve dar mais de R$ 30 milhões, por baixo, na temporada de 2026.
Também não paga mais cerca de R$ 24 milhões/ano pela migração dos sócios do Olímpico.
Não haverá paraquedista no futebol.
O setor será comandado por quem conhece o riscado, Antônio Dutra.
Chapa 1 - Paulo Caleffi - 6.704 votos (30,14%)
Chapa 2 - Odorico Roman - 15.311 votos (68,84%)Brancos - 225 votos - (1,01%)
A larga margem que deu a eleição para Odorico joga uma dúvida sobre a capacidade do ex-jogador Danrlei, apoiador de Caleffi, servir como cabo eleitoral.
A diferença foi de 8.607 votos.
