O Inter atropelou o Juventude. Fez 4 a 0.
Saiu barato para o representante de Caxias do Sul.
Quarto jogo enfiado que anota três ou mais gols jogando no Beira-Rio (3 x 3 no São Paulo, 3 x 0 no Galo e 3 x 0 no Fluminense).
Treze marcados e três sofridos.
Johnny anotou dois.
Mano Menezes começa a ter opções.
O jovem volante vem ganhando espaço ao lado de Gabriel.
Era contra o lanterna, sei.
Mas já havia ido bem diante do Fluminense.
Impensável quando do começo do Brasileiro, Edenílson virou banco.
Entrou no segundo tempo na vaga de Johnny. Ouviu aplausos, porém também vaias.
Marcou o quarto gol aos 46 minutos.
No papel, com Johnny e Gabriel nas volâncias o Inter não teria o mesmo poder ofensivo de que com Gabriel e Edenílson, este quase um terceiro homem pela direita.
Na prática, está dando certo.
Carlos de Pena deu lugar para Pedro Henrique e Maurício para Alan Patrick.
Estas trocas estão virando rotina.
O Inter passa a ter time e banco. Ou seja, a ter grupo.
Ótimo e explico.
Neste ritmo, dá vaga na Libertadores de 2023.
Com alguns reforços pontuais, o Inter pode ser protagonista em 2023.
Gols: Johnny, aos 37 minutos do primeiro tempo e aos 3 minutos do segundo tempo
Wanderson, aos 49 minutos do primeiro tempo
Edenilson, aos 48 minutos do segundo tempo
INTERNACIONAL: Daniel; Bustos, Vitão, Gabriel Mercado e Renê; Gabriel, Johnny (Edenilson), De Pena (Pedro Henrique) e Mauricio (Alan Patrick); Wanderson (Taison) e Alemão Técnico: Sidnei Lobo (auxiliar)
JUVENTUDE: Pegorari; Rodrigo Soares, Ygor Nogueira, Paulo Miranda e Moraes; Elton (Pará), Jadson (Rafinha), Bruno Nazario (Chico Kim) e Paulo Henrique (Guilherme Parede); Felipe Pires (Ruiz) e Isidro Pitta Técnico: Umberto Louzer
