Não vai muito o Grêmio lançou o documentário "Inolvidable: a história de Luis Suárez no Grêmio". Uma forma da gestão comandada por Guerra faturar politicamente sobre a passagem do jogador pelo clube.
Pivô de uma desavença entre Guerra e seu vice de futebol na época, Paulo Caleffi, Suárez virou "o case Suárez" que vem levando Caleffi a dar palestras sobre os bastidores da contratação do astro.
Guerra e Caleffi poderão estar em lado opostos novamente em setembro quando da eleição presidencial.
É inegável que Suárez foi um furacão que passou pelo Grêmio.
Mas furações têm categorias que vão de um a cinco.
Suárez assinou contrato de dois anos recebendo na época cerca de R$ 50 milhões pelas duas temporadas.
Seis meses depois, pediu para sair.
Caleffi teria concordado, mas Guerra fincou pé pelos dois anos, porém recuou e aceitou liberar após um ano.
Nada a comemorar, portanto.
Como herança no museu, Suárez deixou um regional.
Como andorinha quase solitária, levou o time ao segundo lugar no Brasileiro.
O Grêmio não realizou o sonho do hexa da Copa do Brasil.
Seu apelo popular, o fanatismo extremo que deixou entre os gremistas, fez de Suárez um ícone em muitos sentidos.
A herança que deixou segue como motivação.
Agora para uso político.
Grêmio: a última herança de Suárez
Seu apelo popular, o fanatismo extremo que deixou entre os gremistas, fez de Suárez um ícone em muitos sentidos
