Amigos, venho insistindo: a lógica do futebol é que o futebol não tem lógica.
Tivesse, e o Grêmio retornaria do Rio com uma vitória.
Não sei se com a vaga para as finais da Copa do Brasil na mala.
Porém, certamente como vencedor do jogo.
Foi delicioso ver o estupor flamenguista enquanto durou.
Até os 23min finais, o desagrado da multidão que lotou o Maracanã era evidente pois o gol, seja de Suárez ou Bitello, parecia iminente.
Aos 23 minutos finais...
Ali o árbitro marcou uma penalidade de Rodrigo Ely.
Arrascaeta converteu.
Naquele momento, mais do que o 1 a 0, pesavam os 2 a 0 que tomou numa Arena lotada.
Até os 18min finais o Grêmio dava as cartas e as investidas de Suárez provocavam tremelique.
Não sei, e isto irá gerar polêmica, se as trocas de Bitello por Lucas Besozzi e de Pepê, voltando de lesão, por Cristaldo, tiveram influência.
Dois minutos antes Renato havia sacado Carballo para a entrada de João Pedro Galvão.
Coincidência ou não, depois dos 23 minutos o Flamengo não apenas marcou o gol como deixou de ampliar. Grêmio perdeu o jogo, a vaga na final e deixou evaporar de R$ 30 milhões a R$ 70 milhões, premiação do vice e do campeão respectivamente.
O Grêmio enfrentou o Flamengo três vezes este.
Perdeu todas.
Pela Copa do Brasil, levou 2 a 0 aqui e 1 a 0 lá.
Pelo Brasileiro, 3 a 0 para o Flamengo lá.
FLAMENGO: Matheus Cunha; Varela (Matheuzinho), Fabrício Bruno, Léo Pereira e Filipe Luís; Erick Pulgar (Allan), Victor Hugo (Thiago Maia), Gerson e Arrascaeta; Bruno Henrique (Pedro) e Gabigol (Luiz Araújo). Técnico: Jorge Sampaoli
GRÊMIO: Gabriel Grando; João Pedro, Rodrigo Ely, Bruno Alves e Reinaldo. Villasanti, Carballo (Pepê), Cristaldo (JP Galvão), Bitello (Besozzi) e Ferreira (Iturbe); Suárez. Técnico: Renato Gaúcho
