Em 2003, Flávio Obino assumiu como presidente no lugar de José Alberto Guerreiro.
Entre as heranças, pegou uma folha mensal superior a R$ 2 milhões e alguns jogadores recebendo mais de 200 mil dólares por mês.
Sem grana e com o clube falido, reduziu a folha para R$ 500 mil.
Certa feita escrevi que "Obino ficou marcado como o presidente que levou o clube para a Série B.
Há um Obino perpetuado pelo demérito e saqueado em seu mérito.
Obino dormirá para sempre chumbado ao epíteto 'o presidente que rebaixou o Grêmio.
Essa verdade sepulta todo o restante de sua gestão e aqui o pecado maior: há quem transfira para outros merecimentos seus. Sua gestão reveleu Cássio, Lucas, Carlos Eduardo, Léo, Felipe Mattione e Anderson.
Vieram depois Paulo Odone e Duda Kroeff, apagadores de incêndio.
Odone retornou (2011-2012) e, no final desta gestão, terminou de pagar o funesto, mas salvador, condomínio de credores.
Fábio Koff entrou em 2013.
Deixou um déficit superior a R$ 30 milhões.
Romildo saiu também deixando o Grêmio no vermelho.
Aposto um café como com Guerra e seus pares não será diferente.
A dívida tem origem na própria fundação do clube.
