Hiltor Mombach

Grêmio, a política dos feudos e confrarias

A cd eleição – CD e CA – verificamos a insistência no modelo da política surrada que derrota a Instituição Grêmio desde 1997 (15 anos).
Em relação à atual gestão,os contornos políticos estão claros, talvez não para o torcedor que desconhece a política do Grêmio. Deixo então reflexões coadunadas aos principais grupos de apoio da atual gestão:
1) O de maior apoio: retorna com a figura da “idolatria” do passado. Agarra-se a um vencedor do passado para induzir o sócio apaixonado e saudoso de vitórias…
2) o de 2º maior apoio: em disputa de “poder”, aproxima-se de um novo grupo (com bons e jovens gremistas) talvez com a idéia de “inovação”, de autonomia em relação a “cardeais”. Ocorre que o mais destacado nome desse grupo é um grande gremista, mas igualmente com características “fortes do EU”.
3) Há ainda um 3 grupo: esse incrivelmente alia-se a um movimento ligado umbilicalmente ao outro polo (odonistas x koffistas).
Explicação: essa “salada” política que enfraquece o clube pode ser explicada pela inexistência e ou falta de execução de “projetos” (governança corporativa, divisão de funções e responsabilidades, escolhas com critérios, profissionalização por capacidade e perfil,…).
Prova está que o “projeto” (revolucionário, transformador = AVANÇAR JUNTOS) foi “engavetado”.
Permanece então a filosofia das gestões “autocráticas”, da política dos “feudos e confrarias”, onde UM (ou um petit comitet) determina e os outros cumprem.
Por quê? Objetivos pessoais?Enfim, o Grêmio, com a atual forma de fazer política (estratégia do “ídolo”, cotas pessoais,autocracia,..)
INFELIZMENTE continuará perdendo; apequenando-se!


VRuschel